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Felicidade no trabalho: os países onde as pessoas são mais felizes

Você sente felicidade no trabalho? Independente da sua resposta, você certamente sabe o porquê de estar se sentindo dessa forma. Veja a seguir os resultados da pesquisa realizada e uma breve (e útil!) análise sobre o que este resultado representa para empresa e pessoas. E também as implicâncias disso para o sucesso das organizações.

De forma geral, o indicador decisivo para saber se você está feliz ou não no trabalho, é a sensação de bem-estar. E o que está relacionado a isso? Políticas de qualidade de vida no trabalho, uma cultura estimulante e incentivadora, os relacionamentos interpessoais, a atenção das lideranças com os funcionários, dentre outras razões.

Todos estes aspectos mostram a incontestável importância das empresas aplicarem ações direcionados ao bem-estar dos funcionários. E consolidam cada vez mais o bem-estar como diferencial competitivo das empresas.

A pesquisa sobre felicidade no trabalho

Separamos aqui duas versões do resultado da mesma pesquisa. O relatório internacional e o relatório nacional dedicado ao Brasil. Vamos analisar rapidamente os dois.

Uma pesquisa realizada em parceria da Edenred com a Ipsos, apresentou dados revelando os países com os funcionários mais felizes. Foram ouvidas mais de 14000 pessoas das 15 maiores potências econômicas mundiais. Ela investigou a experiência de trabalho das pessoas em relação a três grandes grupos:

  • Ambiente de Trabalho – aspectos materiais e imateriais;
  • Apreciação – reconhecimento do trabalho;
  • Emoção – percepção diante do trabalho e rotina.

E quais são os países que mais pontuaram? Veja a lista na ordem dos mais bem colocados em diante:

  1. Índia
  2. México
  3. Estados Unidos
  4. Chile
  5. Brasil
  6. Alemanha
  7. Inglaterra
  8. China
  9. Polônia
  10. Bélgica
  11. Espanha
  12. França
  13. Turquia
  14. Itália
  15. Japão

Vamos fazer uma breve análise da lista. A Índia é o país que as pessoas mais percebem a efetividade e a dedicação de políticas de bem-estar no trabalho – como vemos na página 17 do relatório internacional. É também um dos países que mais cresce no mundo, segundo a BBC e O Globo. Vemos aqui uma correlação entre crescimento e investimento no bem-estar dos trabalhadores.

O Japão, por outro lado ficou na última posição, apesar de ser a terceira maior economia mundial. Vamos analisar este panorama com alguns dados relevantes. Mesmo sendo este gigante da economia, o PIB japonês vem encolhendo. Além disso é um dos países com maior taxa de suicídio do mundo, uma média de 18,5 suicídios para cada 100 mil habitantes. A reportagem da BBC constatou que há uma pressão no trabalho muito forte no Japão, e que não é uma cultura que incentiva atenção à saúde psicológica. O que aumenta a ocorrência de suicídios no país.

Parece inocência desconsiderar a importância do trabalho e do bem-estar psicológico na infelicidade japonesa. Afinal, o trabalho é onde as pessoas passam a maior parte do tempo e formam a maior parte de seus relacionamentos.

Brasil em 5º colocado

Aparentemente temos um dado, no mínimo, satisfatório sobre a felicidade no trabalho em nosso país. Mas quais as implicâncias disso?

O fato de o Brasil estar em 5º colocado, atribui ainda mais importância ao bem-estar no trabalho como um fator competitivo entre empresa. Sabemos que uma cultura de bem-estar está associada ao sucesso da empresa no mercado, pois tem repercussões sobre o relacionamento com clientes e a capacidade de inovação da empresa. Portanto, convoca as empresa que atuam no Brasil a investirem no bem-estar e qualidade de vida no trabalho.

O Brasil apresentou uma média geral de 77% em relação ao bem-estar. O que quer dizer que ainda obteve 23% de respostas negativas às questões relacionadas à felicidade no trabalho. Os quatro questionamentos associados à esses 23% estão relacionados à 1) Gerência prestar atenção às habilidades e formação das pessoas; 2) Trabalhar em um ambiente estimulante; 3) Sentir confiança sobre o próprio futuro na empresa e 4) Satisfação com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Revelam-se, portanto, os pontos que as empresas devem buscar investigar com seus funcionários para certificar que não são questões problemáticas para o próprio crescimento. Isso pode ser verificado através de Diagnóstico Organizacional da cultura.

E atenção a outro ponto importante. Uma pesquisa realizada pela Endeavor Brasil, mostrou que o principal desafio dos empreendedores é a Gestão de Pessoas. Isso mostra como as políticas direcionadas às pessoas ainda têm muito a melhorar, apesar da boa qualificação das empresas brasileiras. Sua empresa pode estar precisando repensar as políticas que realiza, caso almeje melhorar o bem-estar no trabalho.

A pesquisa mostrou que dentro da Gestão de Pessoas, um dos principais desafios é a formação de lideranças. Este dado corrobora com a pesquisa da Edenred+Ipsos, que revelou que as pessoas não sentem atenção da gerência na sua formação profissional. É também uma forma de reduzir o turnover e reter talentos.

Conclusão parcial

Portanto, atenção: sua empresa pode estar precisando de uma forma inovadora de formar e treinar as pessoas – e também os comportamentos de liderança em todos. As possíveis formas de realizar isso são:

  • Gestão inovadora da Cultura;
  • Treinamentos inovadores para lideranças;
  • Investimento no Bem-estar para inovação.

Podem ser realizadas de formas tradicionais ou inovadoras. Empresas novas de consultoria como, a EIDEA por exemplo, apostam em formatos e metodologias inovadores, pois são a maior garantia de efetividade perante as constantes mudanças no mercado e mundo do trabalho. Além de sempre estarem alinhados com o objetivo de promover felicidade no trabalho.

Em um cenário de crise econômica como o brasileiro, investir em bem-estar também é imprescindível. As empresas que investem na qualidade de vida e no bem-estar no trabalho tem maior potencial competitivo. Imagine quando a crise melhorar em 2017, a importância desse potencial ficará ainda maior. Empresas que investem agora saem na frente!

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