Group of happy business executives forming huddle in office

Há espaço na sua empresa para a auto-realização?

Aqui no blog da EIDEA, muito tem sido dito a respeito da importância da qualidade de vida no trabalho. Temos assistido a uma transição extraordinária no mundo corporativo, em que o conceito de funcionário como aquele que trabalha apenas visando o salário, não se aborrece com problemas como falta de comunicação interna e relacionamentos interpessoais adversos, e entra na empresa todos os dias apenas para realizar sua função tem dado lugar ao conceito de ser humano, complexo e integrado, que, para além de diversos outros aspectos, trabalha.

Você já aprendeu por aqui que uma das maiores contribuições da Psicologia do Trabalho é o conceito de que o trabalho é estruturante. Isso significa que o trabalho ocupa um lugar central na vida das pessoas, pois é a partir das atividades que um indivíduo desenvolve que ele pode transformar o ambiente à sua volta e estampar no mundo a sua face. Por isso é tão importante que o ambiente organizacional seja harmonioso e contribua para a promoção do bem-estar dos colaboradores.

Qualidade de vida no trabalho é um empreendimento que adota um conjunto de práticas, visando tanto o bem-estar e a participação do trabalhador quanto o beneficiamento da organização como um todo. Porém, é importante pontuar que o trabalho não pode ser a única fonte de satisfação para o indivíduo. Você talvez conheça ou já ouviu falar de alguém que se jogou de cabeça no trabalho como uma forma de evitar lidar com problemas familiares ou pessoais? Não é preciso muito para prever que, em longo prazo, as consequências desta escolha poderão ser danosas. Nesse sentido, a empresa pode oferecer também auxílio às questões pessoais dos funcionários.

Como ser humano, o trabalhador tem necessidade de auto-realização, um dos aspectos que influi diretamente sobre a motivação. Essa auto-realização é almejada não apenas no âmbito pessoal, mas também no profissional, como aponta o famoso texto escrito por Tim Urban, Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes, que descreve como o termo “estabilidade profissional” foi lentamente desaparecendo das buscas no Google, e dando lugar ao termo “realização profissional”.

A auto-realização se dá a cada dia, a cada pequena atividade, rotineira ou não. São as pequenas coisas em que encontramos sentido, e que fazemos porque acreditamos nelas. Pare por um instante e reflita: você se sente auto-realizado? Há espaço na sua empresa para auto-realização? Se não, o que você poderia fazer para mudar isso?

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