estresse ocupacional

Estresse ocupacional em ambientes hospitalares

Em ambientes hospitalares, os funcionários estão constantemente sob pressão. Além da grande responsabilidade que o próprio ofício inclui, existem também fatores como longas jornadas de trabalho, horários pouco flexíveis, trabalhar sob tensão, problemas de relacionamento interpessoal dentro da equipe dos profissionais da saúde, dentre outros. Estes fatores tornam os profissionais dos hospitais as maiores vítimas do chamado estresse ocupacional.

No caso da profissão médica, é muito evidente que os problemas relacionados a sobrecarga e a fatores estressores já começam na universidade, onde os estudantes estão submetidos a carga horária extensa, pouco preparo psicológico e muita ansiedade. E poucas medidas têm sido tomadas para promover saúde mental nas instituições de ensino.

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Outra profissão que também apresenta alto nível de estresse ocupacional é a enfermagem, principalmente devido a conflitos intragrupais e à relação com as bases de poder (chefia superior).

O que é o estresse ocupacional?

O estresse ocupacional é decorrente da relação entre o trabalhador e o ambiente de trabalho, em que o ambiente, da forma como é percebido pelo trabalhador, pode representar um risco ao seu bem-estar.

Neste sentido, o ambiente de trabalho pode representar uma ameaça à saúde física e/ou mental do funcionário, ou até mesmo às suas necessidades de realização profissional e pessoal. Em outras palavras, o ambiente apresenta clima organizacional aversivo.

Como diminuir o estresse dos colaboradores em hospitais?

Pela própria estrutura dos ambientes hospitalares, bem como pela natureza do trabalho, normalmente essas instituições apresentam baixos índices de qualidade de vida no trabalho. Sendo assim, uma das formas mais eficazes de diminuir o estresse seria identificando quais são os fatores estressores, por meio de uma pesquisa de clima, para intervir pontualmente neles.

Além disso, é necessário inserir programas que atuem diretamente para a melhoria dos relacionamentos interpessoais. Como este normalmente é um dos aspectos apontados como problemáticos pelos colaboradores em hospitais, as intervenções que visem a integração da equipe pode ajudar – e muito – a melhorar a percepção que as pessoas têm do ambiente de trabalho.

Por último, mas não menos importante, é preciso incentivar e facilitar o acesso a um acompanhamento psicológico. É possível disponibilizar para os funcionários o serviço de atendimento psicológico, dentro do próprio hospital, por meio do plantão psicológico in loco, por exemplo.

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Raíssa Dias
EIDEA Consultoria & Psicologia

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