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Conheça 7 tipos diferentes de terapias organizacionais alternativas

O dia a dia do trabalho em empresas pode gerar muito estresse aos colaboradores, independentemente do cargo. E isso resulta, geralmente, em perda de motivação, falta de rendimento e até evasão de talentos.

Quando pequenas regalias ou benefícios não são suficientes para manter sua equipe saudável e motivada, pode ser hora de buscar por terapias organizacionais alternativas. Uma atuação menos médica, que use os processos terapêuticos para mudar a cultura corporativa e promover uma melhor qualidade de vida para todos, é uma boa opção.

Nem sempre essas ações têm o objetivo direto de gerar lucro, mas surtem efeito positivo no humor, no desempenho e na saúde do time — o que aumenta a produtividade e lucros por consequência. Se você pretende implementar algum tipo de terapia organizacional em sua empresa, veja, a seguir, uma lista com 7 boas possibilidades:

1. Relatos de vida

A milenar tradição de contar histórias ao redor da fogueira não perdeu seu significado — ou propósito — na cultura moderna. Com o choque de gerações cada vez mais intenso dentro do mundo empresarial, é sempre bom ter um momento de trocar experiências e contribuir para uma visão mais humana dos colegas de trabalho, além de gerar uma maior motivação geral.

A forma como essas conversas ocorrem pode variar bastante. Uma ideia é organizar uma grande reunião formal dentro da companhia ou, então, promover encontros que envolvam as equipes de trabalho separadamente. De qualquer forma, o ideal é que ao menos uma pessoa seja escolhida para coordenar a discussão.

Um colaborador pode ser escolhido como orador do dia (isso garante que sempre alguém fale). Em seguida, os demais podem dar suas opiniões, dizendo como aquela história os toca, ou fazer algum comentário que considerem pertinente.

2. Arteterapia

A arte é, em sua essência, uma expressão do ser humano que reflete sua vida, suas forças e suas fraquezas. A arteterapia já foi muito usada em hospitais psiquiátricos como forma de tratamento, mas hoje pode ser aplicada como uma terapia organizacional.

Sua aplicação, de preferência com a intervenção terapêutica de um profissional bem preparado, é capaz de ajudar colaboradores a expressarem certos receios que tenham quanto ao trabalho ou à vida pessoal, facilitando a resolução de problemas emocionais.

O próprio ato de explicar o que sua arte significa e ouvir o que os demais compreenderam dela pode ser benéfico. Algumas das vantagens de uma dinâmica do tipo são:

  • aprimorar as habilidades de comunicação;
  • aprender a oferecer e a receber feedbacks;
  • melhorar a concentração;
  • elevar a confiança entre os membros;
  • desligar-se temporariamente do estresse do trabalho.

3. Musicoterapia

Outro elemento que cabe muito bem em uma terapia organizacional é a música. Já foi comprovado que diferentes sons geram reações distintas no corpo e na mente. Um efeito sonoro suave e monótono tende a gerar calma e tranquilidade (e, talvez, sono). Por outro lado, um ruído muito intenso e dissonante pode provocar raiva, desconforto etc.

Assim como a arteterapia, a musicoterapia é melhor aplicada por um especialista, ou seja, alguém que entenda os efeitos dos inúmeros tipos de sons. Apesar de ser ideal que os colaboradores possam tocar alguns instrumentos durante a terapêutica, pode ser suficiente que todos escutem e apreciem uma música ou um som específico.

4. Sessões de meditação

O hábito de meditar é adotado por milhões de pessoas ao redor do mundo. As técnicas de respiração, concentração e relaxamento corporal promovidas pela prática são altamente benéficas para o corpo e para a mente, além de não custarem muito para serem aplicadas.

Basta reservar um espaço adequado e contratar um instrutor para garantir que as posições praticadas não estejam incorretas. Trata-se de uma terapia organizacional muito eficiente para equipes que possuem uma rotina bastante atarefada e precisam administrar múltiplas tarefas simultaneamente.

Ao reservar uma hora por dia em um ambiente quieto e acolhedor, os colaboradores poderão dar uma pausa em suas agendas para limpar os pensamentos. Dessa forma, todos estarão mais relaxados e poderão voltar às suas respectivas rotinas com menos estresse.

5. Biblioterapia

Você já deve ter passado por uma leitura que te afetou de maneira profunda, te fez repensar certos pontos ou apenas te deixou em um estado de pura tranquilidade. Esses mesmos efeitos são buscados pela biblioterapia, que é, literalmente, a “terapia da leitura”.

Porém, diferentemente de recomendações de livros para um amigo, uma leitura terapêutica deve levar em conta os variados fatores que envolvem o paciente. O tipo de obra que ele prefere, a sua rotina, o problema pelo qual ele está passando e como se dá seu processo de aprendizado são questões a serem consideradas. Por isso, também é recomendado buscar por um especialista.

Nem sempre é necessário recorrer a livros longos ou de gêneros específicos. Em alguns casos, textos disponíveis em blogs e artigos acadêmicos podem ser tão úteis quanto trabalhos literários mais complexos. O importante é que o terapeuta estimule o leitor a interpretar os escritos de forma que possam agregar ao seu momento de vida, funcionando como uma oportunidade de reflexão e de testar possibilidades.

6. Cão Terapia

Cães também são utilizados em terapêuticas para promover saúde e bem-estar. Mas não se trata de qualquer cachorro: o animal que foi treinado para atuar como terapeuta, ajudando desde crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) até adultos com depressão, ansiedade, estressados ou hipertensos.

Da mesma forma, os cães dão suporte a uma boa terapia organizacional para combater o estresse. O propósito dessa atividade é, principalmente, promover uma interação tranquila e desprovida de qualquer pressão.

Cães não possuem o mesmo senso de julgamento dos seres humanos, o que permite que demonstrem afeto e relaxem na presença de uma pessoa. Atos simples, como fazer carinho, pedir para fazer truques, deitar-se e brincar de pegar, são muito poderosos, especialmente quando a pessoa — que, no caso, é seu colaborador — faz tudo voluntariamente.

7. Quiropraxia

Problemas posturais são as grandes causas de dores crônicas, que tendem a agravar o estresse do dia a dia. Sentar-se de forma incorreta ou passar muito tempo de pé ou em cadeiras pouco confortáveis são hábitos que podem levar a pequenos desvios na coluna, provocando irritações e incômodos frequentes.

A quiropraxia é uma terapêutica que usa massagens e pequenos exercícios para ajudar a corrigir problemas na coluna vertebral que prejudicam a postura e atrapalham os estímulos nervosos. Isso contribui para o relaxamento dos músculos, evitando irritação e câimbras.

Agora você já conhece alguns tipos de terapia organizacional que podem ajudar bastante a sua empresa. Acha que este post pode ser útil para mais pessoas? Então, compartilhe-o em suas redes sociais e mostre como é possível reduzir o estresse no trabalho!

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